1- Os textos escolhidos apresentam estrutura condizente com a estrutura estudada em aula (apresentação, complicação, clímax e desfecho)?
2- O que mais lhe chamou atenção na leitura dos contos escolhidos?
3- Que final você daria para os contos que você escolheu?
CUIDADO: Observe a escrita e a ortografia de seus comentários, bem como linguagem e organização das ideias.
A
supernovidade de Nilo
Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os
livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
-Como se eu não soubesse – disse ela. - Mas
primeiro, ó – apontou para os livros no sofá – e depois, ó: lavar as mãos.
-É para já – ele disse. Pegou os livros,
levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se
olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha – Mãe tenho uma novidade.
Sua mãe, que estava temperando a salada,
largou tudo em cima da mesa, e foi correndo ver o que seu filho tinha para
falar.
-O que foi Nilo?
-Mãe, a senhora não vai acredi....
-O que meu filho, fala logo – disse ela,
interrompendo-o. -Passou na prova do curso? Tirou um A no boletim? Ganhou na
Loto?
-Mãe, não é nada diss....
-Então o que é meu filho? Está namorando com
aquela filha do patrão?
-Mãe, para, é só o meu bigode que está nascendo!
-A bom meu filho. Achei que fosse algo mais
importante.
-Mas mãe, como não vai ser importante uma
notícia dessas? Eu tenho quase 18 anos...
Autora:
Bruna, 921
União entre um livro
O
telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com impaciência, os olhos presos a um
livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler.
Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O
sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone
era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.
Atendeu o telefone e quem estava na linha era
a mãe do amigo de seu filho, ela pedia por seu filho e se ela não sabia onde
ele estava.
Ela logo foi pedir para seu filho se ele não
sabia nada sobre o número do seu amigo. Chegando ao quarto dele. Ela abriu a
porta, mas seu filho não estava lá.
Ela teve que interromper a sua leitura para
verificar com a mãe do amigo do seu filho se os dois garotos estavam juntos.
Procuraram
no parque do bairro, no campo de futebol e na praça do bairro, mas nada dos
dois garotos. Voltaram para casa, com o pensamento de que eles já estariam de
volta. Até que o telefone tocou.
Era o dono da biblioteca local falando que os
dois meninos estavam lá e não sabiam voltar para casa. As duas foram até lá e
encontraram seus filhos. A mãe do menino ficou furiosa e pediu uma explicação.
Seu filho falou que viu ela tão contente lendo um livro que ele quis comprar um
novo livro para ela.
No final eles voltaram para casa e terminaram
de ler o livro juntos.
Autor: Dener Saldanha, 921
A
história de Nilo
Esse barulho todo é
Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria
comer.
- Como se eu não soubesse - disse ela - mas
primeiro, ó apontou para os livros no sofá -e depois, ó: lavar as mãos.
-É pra já- ele disse. Pegou os livros,
levou-os para o quarto e voltou correndo. Enquanto enxugava as mãos se olhava
no espelho da pia, gritou para a cozinha:
-Mãe, tenho uma
novidade.
-Que novidade, filho
-disse ela.
-Hoje fiz uma prova na
escola e estava muito difícil, não sei se eu fui muito bem.
-Meu filho, você tem
que estudar bastante para conseguir um bom emprego para o seu futuro.
-Sim, mãe, mas eu
estudei ontem de noite.
-Você não tem que
estudar um dia antes, você tem que chegar em casa, tomar um café e estudar.
-Mas assim eu não vou
aproveitar o meu tempo -disse Nilo.
-Sim, filho, mas você
tem que brincar sábado e domingo.
-Está, mãe agora eu vou
tomar um café que eu estou com muita fome.
No outro dia, foi à escola nervoso porque
queria saber o resultado da prova. Chegando na aula, muito nervoso e esperando
a sua vez, a professora chamou: lá foi Nilo muito nervoso.
-Nilo, o que aconteceu,
você só tirava nota boa e agora foi mal na prova.
-Sim, professora na
próxima prova de recuperação eu vou tentar ir melhor. Então Nilo foi para cassa
pensando por que não estudou mais e agora o que falaria para a mãe?
Chegando em casa...
-Mãe, eu não fui muito
bem na prova, mas prometo que na próxima eu vou ir bem.
-Nilo, eu falei que
você tinha que estudar mais, você está de castigo sem brincar no sábado e domingo -disse ela
-Mas,mãe, eu prometo
estudar- disse Nilo.
Então Nilo ficou sábado
e domingo estudando, na segunda-feira Nilo foi à escola ansioso para fazer a
prova. Então, no outro dia, a professora o chamou e falou:
-Isso aí, continue
assim que você vai muito longe, parabéns você passou.
Nilo foi para casa e
falou para sua mãe que havia passado de ano e
estava muito feliz.
-Parabéns, filho, eu
sabia que você ia passar de ano, esse castigo foi só para você se concentrar
mais.
-Sim eu sei, mãe e eu
amo muito você -disse Nilo.
Autor:
Denilson, 921
Desvendando
o crime
O telefonema pegou-a de surpresa.
Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia
parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de
ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O
som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.
O telefonema vinha do hospital, um
homem foi atropelado, e precisava de uma cirurgia urgente e, como ela
era a única médica-cirurgiã do hospital ,teve que largar seu livro ali e ir às
pressas. Chegando lá, foi direto para a sala de cirurgia. Enquanto fazia a
cirurgia, não parava de pensar em seu livro, como poderia estar perdendo seu
sábado num hospital quando poderia estar lendo, seu tão amado livro. Foi quando
se distraiu de mais, e acabou fazendo um corte errado, o homem teve uma
hemorragia e acabou falecendo.
O sentimento de culpa consumia seu
corpo, não conseguia nem ler seu livro, se culpava por tudo, se não tivesse
essa droga de livro, isso não teria acontecido, era o que pensava. Mas não
jogou o livro fora, guardou-o, ficou se culpando por duas semanas, até que
conseguiu superar e voltar a trabalhar. Quando voltou, já haviam contratado
outro cirurgião, se sentiu aliviada, pois outras vidas não estariam em suas
mãos, pelo menos por enquanto.
Resolveu então, trocar de cargo, porém, não
tinha experiência para trabalhar em outros cargos, mas não voltaria para a sala
de cirurgia tão cedo, resolveu se afastar e procurar outro emprego mais
simples, como caixa, garçonete, etc.
Falou com um velho amigo, dono de uma
empresa, para contratá-la, conseguiu trabalho como contadora, trabalhou lá até
descobrir que seu amigo aplicava um golpe no imposto de renda e ficava com o
dinheiro. Quando descobriu isso, lembrou de seu livro de investigação criminal
que tanto amava, ela queria levar seu amigo à justiça, porém não tinha provas.
Foi quando começou a investigar melhor e procurar provas, lembrou de tudo que
leu em seu livro, como os criminosos trabalhavam e como eram pegos, seguiu
dicas, que lera no livro e juntou provas suficientes para levá-lo à justiça.
Porém, não sabia se tinha coragem de
entregar seu amigo, ele tinha ajudado tanto ela, deu até um trabalho, mas o
certo ainda era entregá-lo. Foi quando
bateu uma dúvida, fazer o certo e perder um amigou ou não fazer nada?
Resolveu pedir ajuda para uma colega de
trabalho, enquanto conversavam, seu amigo
ouviu, e implorou para não entregá-lo, oferecendo-lhe muito dinheiro.
Quando percebeu que estava sendo comprada, não teve mais dúvida, foi até uma delegacia
e o entregou.
Os policiais ficaram impressionados
com seu trabalho e perguntaram onde ela aprendera a juntar pistar e montar um
relatório tão bom. Quando ela disse que foi num livro, eles deram risadas, mas
agradeceram. Saindo de lá resolveu que já estava pronta para voltar ao hospital,
já tinha esquecido de sua culpa, e voltou a ler seu precioso livro.
Autor: Rafael Vassoler, 921
Esse barulho todo é o Nilo chegando.
Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
-Como se eu não soubesse - disse ela. – Mas primeiro , ó
- apontou para já – ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e
voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia,
gritou para a cozinha: -Mãe, tenho uma
novidade.
–Qual filho?
– Eu perdi mais um dente.
-Sério, filho que legal, guarda ele, para
a fada do dente.
–Que fada do dente o que, mãe, eu não sou mais
criança para acreditar nessas lendas aí.
No dia seguinte, Nilo
foi para a escola sem o seu dente e seus
colegas debocharam muito dele, ele se
sentiu muito triste , chegou em casa
e contou para sua mãe, que falou para não dar bola
para isso¸ porque todos os seus colegas iriam perder os dentes como ele
perdeu. Ele acabou se sentindo mais feliz, por ter sido o primeiro a perder os dentes.
Autora: Eduarda
Molinetti, 921
O telefonema
O telefonema
pegou-a de surpresa.
Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que
não conseguiu parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense
numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa
àquelas páginas.
O som do telefone era uma intromissão, um estorvo..... Atendeu
a contragosto.
Porém ficou indignada ao não escutar nada, a não ser uma
respiração entrecortada. Deduziu ser apenas uma brincadeira de mau gosto,
colocou novamente o telefone no seu devido lugar, balbuciando palavras que nem
a família de Carly pensaria que ela pronunciasse.
Ao passar alguns
minutos, Carly esqueceu do telefonema “misterioso” e novamente estava focada em
seu livro. Seus olhos percorriam a cada palavra com rapidez. De tempos em
tempos ela enrugava a testa mostrando surpresa ou indignação em relação a algo
lido, quando, de repente, escuta um barulho que a faz ter um sobressalto.
Ao olhar se depara
com uma pessoa encapuzada, um calafrio passou pelo seu corpo. Carly não sabia o
que fazer diante daquela figura desconhecida em sua frente, pensou em gritar
mas não conseguiu, era como se, de repente, sua voz tivesse abandonado, não conseguia correr, pois o pânico de algo pior acontecer havia
tomado conta de seu corpo fazendo com que ficasse estática no seu lugar; a
pessoa que Carly não reconheceu, colocou-a dentro de um carro e começou a
levá-la a algum lugar.
Chegando
lá, Carly foi vendada e retirada do carro,
a pessoa
retirou a venda de seus olhos. Carly olhou ao redor e não via nada, estava tudo
escuro quando, de repente, as luzes se acenderam e muitas pessoas apareceram na
sua frente parabenizando-a. Demorou alguns minutos até ela perceber o
que estava acontecendo, então sua melhor amiga lhe contou que ela havia
planejado tudo, pedindo para que todos fingissem que não
se lembravam do seu aniversário. Ela não acreditou no que sua
amiga tinha feito, contou para ela o pânico que ela tinha sentido,
quando viu o seu “sequestrador”, que era na verdade seu irmão mais velho.
Carly desculpou todos, pois percebeu que fizeram com as melhores
das intenções, não achavam que ela iria
se assustar tanto, já que ela fez a mesma coisa com sua amiga no aniversário
dela só que de forma mais realista. No final de toda essa confusão, ela deixou
tudo de lado e se divertiu muito.
No outro dia, quando acordou só conseguia rir de toda aquela
situação que havia passado.
Autora: Eduarda Santos Pereira, 921
Melhor aluno
Esse barulho todo é o Nilo chegando,
jogou os livro e cadernos no sofá e
gritou para mãe que queria comer .
-Como se eu não soubesse –disse ela
-mas primeiro, ó - apontou para os livros no sofá – e depois, ó: lavar as mãos.
-É para já – ele disse. Pegou os
livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no
espelho da pia, gritou para cozinha: -Mão, tenho uma novidade.
- Ganhei um prêmio na escola, ganhei
por ser o aluno que mais tirou notas boas, e por fazer o maior texto sem nenhum erro .
-Meu filho, que ótimo, continue assim
que você vai ter um futuro brilhante.
– Pode deixar mãe, não vou te
decepcionar.
– Ah, meu filho, vou até comprar um
presente para você. Vou agora comprar e
logo eu volto .
Autor: Eduardo Theisen,
921
A história
Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e
cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
-Como se eu não soubesse – disse ela. - Mas primeiro,
ó – apontou para os livros no sofá – e depois , ó: lavar as mãos.
-É para já- ele disse. Pegou os livros, levou-os para
o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho
da pia, gritou para a cozinha: -Mãe, tenho uma novidade.
Criei uma história para meu livro:
Jooj é um papagaio verde e comum. Vive em sua gaiola e sempre está querendo chamar a atenção! Ainda mais das moças lindas que passam pela frente da casa de seu dono.
Jooj é um papagaio verde e comum. Vive em sua gaiola e sempre está querendo chamar a atenção! Ainda mais das moças lindas que passam pela frente da casa de seu dono.
Certa vez , Jooj salvou a vida de uma mulher que havia
caído no meio da rua enquanto um caminhão descia em alta velocidade, mas mesmo
o caminhão descendo não seria mais rápido que os instintos de Jooj. Pois,
quando Jooj viu o caminhão , ele rapidamente saiu de sua gaiola e foi voando para cima do caminhão. De
frente, bico e parachoque se chocaram, causando uma grande perda... ao
caminhoneiro é claro! Jooj havia desintegrado por inteiro o caminhão!
Depois disso, Jooj foi para perto da mulher que ele
havia salvado e lhe deu um beijo igual ao do Titanic.
Bom, no final , Jooj ficou conhecido por ser o
papagaio mais mentiroso do bairro e virou político alguns anos depois.
-Gostou da minha história, mamãe ?
-Sim , achei muito criativo, você é um
belo escritor.
Autor: Igor Lemes dos Santos, 921
Autor: Igor Lemes dos Santos, 921
O menino Nilo
Esse
barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou
para a mãe que queria comer.
-
Como se eu não soubesse - disse ela. -Mas primeiro, ó - apontou para os
livros no sofá - e depois, ó: lavar as mãos.
-
É para já – ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou
correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para
a cozinha:
-Mãe,
tenho uma novidade.
-O
que foi!
-Eu
entrei para o time de futebol!
A mãe, contente, diz:
- Que bom, meu filho!
Quando eu estava almoçando, falei para a minha
mãe que os meninos do time me chamaram para ir treinar. Quando cheguei no lugar
marcado, não havia ninguém, esperei, esperei, esperei com esperança que alguém
aparecesse, mas nada.
Então fui para casa, muito pensativo e triste.
No dia seguinte, os meninos do time me chamaram novamente para treinar com eles e me deram uma desculpa de
por que não foram treinar.
Quando
cheguei lá, novamente não havia ninguém, desanimado olhei para o lado e vi
minha mãe vindo do trabalho. Ela me viu e me perguntou:
-
Filho, o que está fazendo aí?
Expliquei o que estava acontecendo.
Quando
cheguei em casa, peguei meu vídeo game, joguei por algumas horas e fui dormir.
No dia seguinte, levantei cedo, tomei meu café e fui para a escola.
Quando
cheguei na escola, nem quis saber dos meninos do time, pois só me enganaram,
como eu estava bravo formei um time novo para treinar.
No
final, o meu time jogou com os meninos que me enganaram e acabamos ganhando
deles de virada.
Autor: Jair, 921
O Livro
Esse barulho todo é o Nilo chegando.
Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria comer.
- A comida está aqui, querido. – Antes de tudo
vá lavar as mãos.
- Sim, mamãe.
Nilo comeu tudo o que sua mãe tinha
preparado. Com os olhos arregalados, sua mãe falou:
-
Nilo! Acalme-se, vai acabar se engasgando!
O
menino saiu correndo da mesa, pegou seu material escolar e jogou em cima de sua
cama.
-
Mãe, estou indo jogar bola com os meninos!
-
Filho! Você se esqueceu de que está de castigo por ter quebrado a janela da
vizinha?
-
Não, mãe, mas é que eu já pedi desculpas.
-
Nilo, vá agora para seu quarto e sem discutir!
Nilo deita em sua cama e começa a ler um
livro que pegou na biblioteca da escola. Ele passa dois dias de castigo, nesse
tempo chega em casa e vai direto para se quarto ler o livro. No terceiro dia
sua mãe o surpreende dizendo:
-
Querido, você não está mais de castigo, pode ir brincar com seus amigos!
-
Quero ficar em casa para terminar o meu livro, achei ele ótimo.
-
Que bom, meu filho!
Então
Nilo passou uma semana em casa, quando terminou o livro, Nilo foi correndo
contar a seus amigos o quanto era legal ler.
Autor:
O sonho
O telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com
impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história de
romance policial que não consegue parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um
livro de suspense em uma noite de ventania. O
sábado já estava quase no fim, e ela ali, presa aquelas páginas. O som do
telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.
Era uma ligação da delegacia dizendo que seu filho
havia sido preso por porte de drogas. Ela jogou o livro no sofá, ligou seu
carro e foi o mais rápido possível. Chegando lá, seu filho estava falando com o
delegado, e quando ela entrou na sala ouviu uma voz: - Posso ajudá-la? – era um
policial, alto, moreno, olhos verdes. Como o policial que ela havia lido no
livro.
- Sim. – diz ela. – É meu filho.
- Você terá de
esperar. – disse o policial. Ela
sentou, e esperou, mas de jeito nenhum seu filho saía da sala. Então ela chamou
o policial:
- Ei, qual seu nome,
senhor? - Steve. – disse ele, com uma voz
grave.
- Irá demorar muito?
- Sim.
Ele segurava um livro em suas mãos, por coincidência, era o
mesmo romance policial que ela estava lendo anteriormente em sua casa.
- Você gosta? – diz ela, apontando para o livro.
- Sim, meu preferido. - Que ótimo! – diz ela entusiasmada.
- O meu também!
Eles ficaram o tempo todo
conversando sobre o livro, discutindo o que cada personagem deveria fazer, os
erros que o autor cometeu, e lógico, os casais preferidos. Então, Steve diz: -
Gostei de você, vamos sair, tomar um café? Talvez fazer um lanche até seu filho
ser liberado.
-Tudo bem. – diz ela animada.
Depois de uns quinze minutos
de carro, chegaram num café, muito bonito, grande. Mas estava vazio, já era
tarde da noite.
Eles conversam por muito
tempo, até que ela olha para seu relógio de pulso e se espanta: -
Meu Deus! Já são onze horas da noite! Precisamos voltar. – ela diz isso, mas no fundo gostaria de passar
a noite inteira com ele.
- Espera. – diz ele
levantando-se de seu lugar.
Ele a pega pelo braço e dá um
beijo, como ela havia lido no livro, onde seu personagem favorito havia dado em
sua suposta namorada.
Para ela, é o começo do sonho
de sua vida, de um dia se tornar personagem de um livro de romance policial.
Autora: Carla R. Prezzi, 921
A
Madalena
O telefonema pegou-a em surpresa.
Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma
história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo
um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e
ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um
estorvo. Atendeu a contragosto.
-Alô?
-Alô.
-Quem fala?
-Madalena
Decorações.
-Madalena
Decorações da onde?
-Aqui da
Avenida, gostaríamos de pedir quando vai concluir o seu pagamento que está
atrasado?
-Não vou
pagar! (desligou o telefone).
No dia
seguinte, a Madalena volta a ligar ameaçando a dona que terminava de ler seu
livro.
-Alô?
-Alô, quem
fala?
-Aqui é a
Madalena.
-E o que você
quer de novo?
-Não quero
nada, só liguei para você para dizer que, se você não pagar, sua família ira
morrer.
-HAHAHA
-Não acredita
em mim?
-NÃO!
-Então
acredite, vá até o porão.
(Deligou o telefone)
Chegando lá se
deparou com a sua irmã enforcada. Na mesma hora ela ligou para Madalena e pagou
a dívida de R$4.999,90. E mais nenhuma pessoa da sua família morreu.
Autor: Ruan da Silva, 921
NILO VENCEU O MEDO DE DORMIR.
Depois de um dia repleto de tema e de
um serão animado com os amigos, Nilo sabe que iria chegar a hora de dormir.
Mas ele não gosta nada de dormir
sozinho, pois o seu pequeno quarto, à noite, parece-lhe enorme, os seus lençóis
sempre frios e sua imaginação mais fértil que nuca.
“Estaria algum bicho escondido
debaixo da cama?” -pensa Nilo consigo mesmo.
Até o quarto dos pais ali do lado lhe
parece agora um lugar muito distante.
Mas logo chega a mãe, com uma nova
história para continuar mais tarde, seu beijo de boa noite dá a Nilo um novo
conforto e até alguma segurança. Então repara a luz de presença, que deixa
brilhar no teto do seu quarto a lua protegida por um conjunto de pequenas
estrelas.
Sabe que o sono está prestes a
vencê-lo e que ele irá, certamente, vencer algum dos seus sonhos, sabe que, se precisar, os pais estão ali ao
lado, disponíveis para o acolher.
Amanhã, em seu pensamento, terá lugar
o desejo de um novo dia repleto de diversão e novas descobertas para
fazer!
Autor: SAMUEL DE ANDRADE, 921
O telefonema
O telefonema pegou-a de surpresa, atendeu com impaciência, os olhos
presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia
parar de ler, era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de
ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O
som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto. Era sua mãe
perguntando como ela estava.
A mãe tinha ido viajar e deixou sua filha em casa. Já era tarde da
noite e ligou para saber como estava sua filha. A filha falou que estava bem,
que estava lendo um livro muito legal, queria terminar de ler naquela noite,
mas a mãe começou a falar como estava a viagem e não parou mais.
Até que, uma hora depois, a mãe decidiu deixar para contar o resto
quando voltasse, porque já estava ficando tarde. A filha cansada de mais para
continuar lendo seu livro foi dormir.
No outro dia, a mãe já estava voltando de sua viagem e a filha
resolveu terminar de ler antes que ela chegasse. Quando a mãe chegou, a filha
já tinha acabado de ler e estava pronta para ouvir a história da viagem da sua
mãe.
Autor: Tiago, 921
Vivendo
na biblioteca
Esse barulho todo é o Nilo
chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria
comer:
– Como se eu não soubesse –
disse ela – Mas primeiro ó – apontou para os livros do sofá – e depois ó: lavar
as mãos.
– É pra já - ele disse. Pegou os
livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos
se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha: - Mãe, tenho uma novidade.
– O que foi filho? – ela
perguntou.
– Depois de comer eu te falo –
respondeu o menino.
Assim que comeu e se levantou, a
mãe perguntou:
– O que você queria me contar
filho?
– A partir de hoje vou morar na
biblioteca – disse ele enquanto pegava sua mochila que já havia preparado.
– Mas como isso pode ser
possível, fi... – foi interrompida pelo barulho da porta fechando.
Ao chegar na biblioteca, ele deu
um jeito de entrar e subiu em uma estante para dormir.
– Se eu morar aqui poderei ler
quantos livros eu quiser – pensou ele enquanto pegava no sono.
De repente, ele acorda no meio
da noite com um barulho de madeira quebrando, e continua a ver as estantes
caindo subitamente uma por uma, então ele finalmente se acorda e percebe o que
estava acontecendo:
– É um incêndio, preciso achar
uma maneira de sair daqui rápido – pensou ele enquanto observava o mar de chamas
ao seu redor.
Tentou achar uma saída, mas não
viu nada que pudesse ser usado pra
se salvar:
– E pensar que meu fim será
assim – aceitou o seu destino.
Logo uma tábua caiu do teto,
como reflexo ele olhou para cima:
– As janelas! Como não pensei nisso
antes? – e assim utilizou as estantes que ainda não haviam virado brasas como
caminho para sobreviver.
Voltando para casa fingiu que
nada havia acontecido, sua mãe lhe pergunta enquanto ele tenta entrar em sua
casa:
– Ué, você não ia morar na
biblioteca?
Com um irônico sorriso no rosto
ele responde:
– Aqui é mais seguro mãe, vai
por mim.
FIM
Autor: Leonardo A.C. Gasperin, 921
Basquete na Escola
Esse barulho
todo é Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe
que queria comer.
- Como se eu
não soubesse – disse ela. – Mas primeiro, ó – apontou para os livros no sofá –
e depois, ó: lavar as mãos. – É para já – ele disse. Pegou os livros, levou-os
para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho
da pia, gritou para a cozinha: - Mãe, tenho uma novidade! Me convidaram para
jogar no time da escola.
- Que legal,
filho! Quando você vai treinar ? – Nas segundas e nas quartas, mãe!
– Ok venha
comer!
No dia
seguinte...
- Mãe, me
leva para a escola hoje?
– Levo sim, filho!
Chegando lá,
Nilo apresentou o treinador do time.
– Mãe este é o seu João, treinador do time.
– Prazer em conhecê-lo, seu João! Eu sou
Rebeca, mãe de Nilo.
- Então está
bem, filho, nos vemos em casa – disse a mãe.
- Tchau, mãe
– disse Nilo.
Estava um dia
de aula tranquilo, normal como os outros dias, quando, de repente, o treinador
manda chamar todos os jogadores...
Chegando na quadra de esportes, o treinador
diz que os meninos iam ter um jogo contra o melhor time da cidade. Os jogadores
queriam desistir, mas Nilo falou:
- Nós somos capazes de ganhar! E vamos
conseguir!
Então os
jogadores começam a treinar incessantemente até que então chega o dia do jogo.
Todos estavam
preparados e começa o jogo...
Os
adversários estavam ganhando, quando nos últimos 2 minutos finais de jogo Nilo
faz 2 pontos.
Os
adversários estavam ganhando por 1 ponto de diferença.
Havia 10
segundos de jogo, quando num lance inesperado, Nilo arremessa a bola de trás da
quadra acertando a bola na cesta. Ela fica rodeando o arco, todos estavam
nervosos, mas a bola entra e eles vencem.
Nilo conseguiu o respeito e admiração de todos
e todo mundo ficou feliz, exceto o time adversário que perdeu nos últimos 10
segundos de jogo.
Autor: Geser Jesse de Oliveira Costa, 921
O telefonema
O telefonema pegou-a de surpresa, atendeu com impaciência, os
olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não
conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense em
uma noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas
páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estouro. Atendeu a
contragosto.
-Alô, Marina?
-Sim. Quem está falando?
- É o Caio!
-Olá, Caio, o que você quer?
-Eu gostaria de saber se você quer jantar comigo hoje às 21h?
Marina não queria sair com Caio, ler seu livro com certeza era
muito mais interessante e além do mais estava chovendo.
-Ai, Caio, hoje não! Fica para a próxima.
-Ah, Marina, por favor, está fazendo algo mais importante? Ou está
cansada de mim?
-Não é isso… só não estou muito no clima…
-Estou passando aí às 21h e não aceito “NÃO” como resposta.
Ele desligou o telefone. Ela sabia que Caio não iria desistir, o
único jeito era ir jantar com ele e terminar de ler mais tarde.
Marina foi ao jantar com Caio, ele não era um cara chato, até bem
divertido, mas é muito insistente e dramático. Marina estava tão interessada em
como terminaria seu livro que nem prestou muita atenção nos assuntos de Caio.
Após o jantar, Marina voltou para casa, tomou um banho, vestiu seu
pijama e deitou-se em sua cama, dessa vez lembrando-se de desligar o celular e
finalmente conseguiu terminar de ler o livro, ela adormeceu feliz escutando o
barulho da chuva.
Autora: Júlia Silva da
Roza,921.
O longo dia de Nilo
Esse barulho todo era Nilo
chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria
comer.
—Come se eu não soubesse—disse
ela. —Mas primeiro ó, lavar as mãos.
—É para já— ele disse. Pegou os
livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos
se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha: —Mãe, tenho uma novidade.
—Entrei para o time de futebol.
—Que legal, parabéns!
— disse ela.
Após isso, Nilo vai para seu
quarto. Quando estava quase dormindo recebe um telefonema.
— Nilo, venha já para o campo
você tem um jogo daqui alguns minutos.
Nilo sai rápido da cama e vai
se arrumar para jogar. Saindo de fininho para não acordar sua mãe, ele vai para
o tal jogo. Quando chega lá o campo está vazio, então quando chega em casa
descobre que foi só um trote. Nilo vai entrar em seu quarto a surpresa, sua mãe sentada em sua cama com uma sinta na mão.
—Então além de Nilo não fazer
sua estreia no time ainda acabou apanhando de sua mãe.
Autor:
Menino Fujão
Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os
livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria comer.
-Como se eu não soubesse-disse ela. –Mas
primeiro, ó –apontou para os livros no sofá –e depois, ó: lavar as mãos.
-É para já –ele disse. Pegou os livros,
levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se
olhando no espelho da pia, gritou para cozinha: -Mãe tenho uma novidade.
- Vou
sair com um amigo.
Mas Nilo iria sair com os amigos. A irmã dele desconfiou e foi atrás para
ver o que ele iria fazer, pois tinha inventado uma mentira.
Ele foi encontrar os amigos deles assim
entrando em um carro para dar umas voltas com “os parsas”.
A irmã esperta pegou um táxi e
segui-os.
Viu eles parados em um mercado
comprando umas cervejas.
Eles continuaram a andar até chegar em
uma mega festa, e então a irmã descobriu que iriam em uma festa, assim ficou
aliviada e voltou para casa.
Seu irmão chega em casa de madrugada.
No dia seguinte, a irmã dele foi
conversa com ele pedindo onde ele tinha ido na verdade. Ele respondeu que foi
em uma festa.
A irmã dele disse que não contaria
nada para a sua mãe se ele não mentisse mais. E acabou tudo certo entre eles.
Autor:
Lucas, 921
Volta às aulas
Esse barulho todo é o Nilo chegando.
Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria comer.
-Como se eu
não soubesse-disse ela. –Mas primeiro, ó –apontou para os livros no sofá –e
depois, ó: lavar as mãos.
-É para já –ele
disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto
enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para cozinha: -Mãe tenho
uma novidade.
-Fala filho -disse a mãe.
-Conheci muitas
pessoas hoje lá no colégio.
-Ótimo, mas e
como são essas pessoas?
-São legais e
inteligentes
-Mas alguém em
especial? –disse a mãe curiosa.
-É, digamos que
sim –diz o menino alegre.
-Uma garota
nova então?
-Sim até
emprestei o meu caderno para ela.
-Está bem, meu
filho, mas não faça nada de errado a ninguém viu.
-Está bem mãe,
já entendi o recado.
-Vamos
comer agora!
-Está
bem – disse o menino pensativo.
Autor:
Wesley, 921
Os livros.
Esse barulho todo é o Nilo
chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria
comer.
-
Como se eu não soubesse – disse ela. – Mas primeiro, ó – apontou para os livros
no sofá – e depois, ó: lavar as mãos.
- É para já – ele disse. Pegou os
livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E quando enxugava as mãos se
olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha: - Mãe tem uma novidade.
- O que foi, meu filho?!? – pediu ela
assustada.
- Não acredito que,... finalmente
repetiu Nilo sem poder se conter.
O garoto saiu correndo em direção à
cozinha, tropeçou na ponta do tapete e escorregou pelo piso da cozinha.
Deitado, esparramado no chão, ele
apontou para a própria cara:
- Vê, mãe? Vê?
- A mãe se abaixou e olhou atentamente
para o rosto do filho.
- Não vejo nada, querido! – disse
levantando e terminando de pôr a mesa.
- Como não, mamãe? – Nilo levantou e
rodeou a mãe – Olha melhor, aqui ó?
Narcisa largou os
talheres e viu.
Um pequeno e fino pelo no queixo
do garoto.
– Parabéns querido, você está com barba, agora é um homem crescido! – disse e
beijou a bochecha do seu homenzinho.
Autor: Nathan Griffante, 921.
O
Reencontro
O telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com
impaciência, os olhos presos a um livro que tinha em suas mãos, uma história
policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro
de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava no fim e ela ali, presa
aquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a
contragosto.
- Alô, quem está falando? -
perguntou ela impaciente.
- Você se chama Camila? -
pergunto o rapaz.
- Sim, qual é seu interesse? -
perguntou ela desconfiada.
- Aqui é o Fernando, um amigo
antigo que estudou contigo na faculdade, estava a sua procura.
- Não me lembro de nem um
Fernando!
- Mais sim, me lembro muito bem
de você, me impressiona muito não se lembrar de mim! Pois tivemos um romance no
passado, quando estudamos junto, foi um pequeno romance sim, mais me marcou
muito!
- Me desculpa, mais ainda não
estou lembrando-se de você rapaz deve ter sido muito tempo atrás pra mim não se
lembrar de você.
- Mais em fim, liguei para
você, pois quero convidar-lhe pra sair relembrar aos velhos tempos na
faculdade, mesmo você não se lembrando de mim quero só uma chance pra poder
fazer-lhe lembrar de mim. Aceita sair comigo? - pergunto ele ansioso.
- Depende quando! Mais sim
podemos sair algum dia. Pode parecer estranho eu aceitar, seu convite sem ao
menos se lembrar de você, mais me deu uma impressão de você ser um cara muito
show e que vou gostar. - falou ela empolgada.
- Beleza, está marcado. Pode
ser amanhã?
- Pode sim, só não pode ser
hoje porque estou vidrada em um livro cada dia que leio estou mais apaixonada
ainda por ele, nunca conseguir achar um livro que me chamou tanta atenção
assim.
- Nossa então dever ser muito
bom mesmo, que livro és esse?
- É uma história policial, como
deu para ver sou apaixonada por livro assim.
- Olha que show, quando acabar de ler me
empresta? Também quero ver se é tudo isso que você está falando.
- Claro que empresto, com todo
o prazer.
- Ok! Vou indo nessa até
amanhã, no nosso encontro. Boa noite dorme bem fica com deus querida. - Falou
ele com a voz cansada.
-Está bem! Boa noite querido
dorme bem e tudo mais até amanhã em nosso encontro.
Chegou o dia do encontro, Camila acorda às
09h30min da manhã de tão ansiosa que estava ao saber que ia se encontrar com um
rapaz que – lhe fez tão bem. Ela contava os minutos para chegar as 20h00min.
Camila foi ao salão de beleza se arrumou e ficou esperando ele chegar, já era
19:30, já estava preocupada se ele ia ir busca – lá ou ia dar um bolo nela. O
telefone toca! Era ele!
- Oi, Camila estou aqui na
frente!
- Oi, já estou indo ai e já
vamos. - Falou ela toda nervosa.
Então chegaram ao restaurante que Fernando
tinha reservado para o encontro, Camila toda nervosa não falava nada, Fernando
percebeu que ela estava nervosa e que ela é tímida, então ele resolveu puxar
assunto.
- Camila! Por favor, não fica com vergonha! -
disse ele calmo.
- Mas Fernando não estou nervosa por te
encontrar, mas sim por ver seu rosto e relembrar de tudo que passamos. - disse
ela apaixonada.
- Meu
Deus, Camila fique sem palavras!
Eles jantaram, depois ficaram relembrando do
relacionamento que tiveram há tempos, deram risadas, se beijara .
Enfim pediram a conta e foram embora. Fernando levou-a para casa. Camila
chegou em casa e percebeu que o romance que estava lendo não precisava ser só
em livros mais também em vida real e que pode ser muito mais mágico como estava
sendo com o Fernando.
Passou um 1 mês os dois continuaram se vendo
e acabaram se apaixonando um pelo outro, e Fernando pediu para ela namorar com
ele, porque ele estava loucamente apaixonado por ela e então os dois começaram
a namorar, estão morando e juntos e felizes.
E agora Camila sabe que aquele telefonema
no início da história, não foi por um motivo bobo mais sim para mostrar-lhe o
amor verdadeiro que estava sentido.
Autora: Yaritsa Miorando de Andrade, 921
O melhor foi "Vivendo na escola"
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