quinta-feira, 12 de maio de 2016

O conto

Com base no que foi estudado sobre a estrutura do conto tradicional e contemporâneo, escolha três contos produzidos pelos alunos da turma 921 e comente os seguintes aspectos:
1- Os textos escolhidos apresentam estrutura condizente com a estrutura estudada em aula (apresentação, complicação, clímax e desfecho)?
2- O que mais lhe chamou atenção na leitura dos contos escolhidos?
3- Que final você daria para os contos que você escolheu?

CUIDADO: Observe a escrita e a ortografia de seus comentários, bem como linguagem e organização das ideias.


A supernovidade de Nilo
    Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
   -Como se eu não soubesse – disse ela. - Mas primeiro, ó – apontou para os livros no sofá – e depois, ó: lavar as mãos.
   -É para já – ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha – Mãe tenho uma novidade.
   Sua mãe, que estava temperando a salada, largou tudo em cima da mesa, e foi correndo ver o que seu filho tinha para falar.
   -O que foi Nilo?
   -Mãe, a senhora não vai acredi....
   -O que meu filho, fala logo – disse ela, interrompendo-o. -Passou na prova do curso? Tirou um A no boletim? Ganhou na Loto?
   -Mãe, não é nada diss....
   -Então o que é meu filho? Está namorando com aquela filha do patrão?
   -Mãe, para, é só o meu bigode que está nascendo!
   -A bom meu filho. Achei que fosse algo mais importante.
   -Mas mãe, como não vai ser importante uma notícia dessas? Eu tenho quase 18 anos...
Autora: Bruna, 921

União entre um livro
            O telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.
             Atendeu o telefone e quem estava na linha era a mãe do amigo de seu filho, ela pedia por seu filho e se ela não sabia onde ele estava.
             Ela logo foi pedir para seu filho se ele não sabia nada sobre o número do seu amigo. Chegando ao quarto dele. Ela abriu a porta, mas seu filho não estava lá.
             Ela teve que interromper a sua leitura para verificar com a mãe do amigo do seu filho se os dois garotos estavam juntos.
            Procuraram no parque do bairro, no campo de futebol e na praça do bairro, mas nada dos dois garotos. Voltaram para casa, com o pensamento de que eles já estariam de volta. Até que o telefone tocou.
              Era o dono da biblioteca local falando que os dois meninos estavam lá e não sabiam voltar para casa. As duas foram até lá e encontraram seus filhos. A mãe do menino ficou furiosa e pediu uma explicação. Seu filho falou que viu ela tão contente lendo um livro que ele quis comprar um novo livro para ela.
              No final eles voltaram para casa e terminaram de ler o livro juntos.

Autor: Dener Saldanha,   921



A história de Nilo
Esse barulho todo é Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria comer.
 - Como se eu não soubesse - disse ela - mas primeiro, ó apontou para os livros no sofá -e depois, ó: lavar as mãos.
 -É pra já- ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. Enquanto enxugava as mãos se olhava no espelho da pia, gritou para a cozinha:
-Mãe, tenho uma novidade.
-Que novidade, filho -disse ela.
-Hoje fiz uma prova na escola e estava muito difícil, não sei se eu fui muito bem.
-Meu filho, você tem que estudar bastante para conseguir um bom emprego para o seu futuro.
-Sim, mãe, mas eu estudei ontem de noite.
-Você não tem que estudar um dia antes, você tem que chegar em casa, tomar um café e estudar.
-Mas assim eu não vou aproveitar o meu tempo -disse Nilo.
-Sim, filho, mas você tem que brincar sábado e domingo.
-Está, mãe agora eu vou tomar um café que eu estou com muita fome.
-Está, filho come bastante para ficar fort .  Chegando a noite  Nilo foi dormir cansado de tanto brincar na escola.
  No outro dia, foi à escola nervoso porque queria saber o resultado da prova. Chegando na aula, muito nervoso e esperando a sua vez, a professora chamou: lá foi Nilo muito nervoso.
-Nilo, o que aconteceu, você só tirava nota boa e agora foi mal na prova.
-Sim, professora na próxima prova de recuperação eu vou tentar ir melhor. Então Nilo foi para cassa pensando por que não estudou mais e agora o que falaria para a mãe?
Chegando em casa...
-Mãe, eu não fui muito bem na prova, mas prometo que na próxima eu vou ir bem.
-Nilo, eu falei que você tinha que estudar mais, você está de castigo sem brincar no  sábado e domingo -disse ela
-Mas,mãe, eu prometo estudar- disse Nilo.
Então Nilo ficou sábado e domingo estudando, na segunda-feira Nilo foi à escola ansioso para fazer a prova. Então, no outro dia, a professora o chamou e falou:
-Isso aí, continue assim que você vai muito longe, parabéns você passou.
Nilo foi para casa e falou para sua mãe que havia passado de ano e  estava muito feliz.
-Parabéns, filho, eu sabia que você ia passar de ano, esse castigo foi só para você se concentrar mais.
-Sim eu sei, mãe e eu amo muito você -disse Nilo.
Autor: Denilson, 921


Desvendando o crime
            O telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.
            O telefonema vinha do hospital, um homem foi atropelado, e precisava de uma cirurgia urgente e, como ela era a única médica-cirurgiã do hospital ,teve que largar seu livro ali e ir às pressas. Chegando lá, foi direto para a sala de cirurgia. Enquanto fazia a cirurgia, não parava de pensar em seu livro, como poderia estar perdendo seu sábado num hospital quando poderia estar lendo, seu tão amado livro. Foi quando se distraiu de mais, e acabou fazendo um corte errado, o homem teve uma hemorragia e acabou falecendo.
            O sentimento de culpa consumia seu corpo, não conseguia nem ler seu livro, se culpava por tudo, se não tivesse essa droga de livro, isso não teria acontecido, era o que pensava. Mas não jogou o livro fora, guardou-o, ficou se culpando por duas semanas, até que conseguiu superar e voltar a trabalhar. Quando voltou, já haviam contratado outro cirurgião, se sentiu aliviada, pois outras vidas não estariam em suas mãos, pelo menos por enquanto.
Resolveu então, trocar de cargo, porém, não tinha experiência para trabalhar em outros cargos, mas não voltaria para a sala de cirurgia tão cedo, resolveu se afastar e procurar outro emprego mais simples, como caixa, garçonete, etc.
Falou com um velho amigo, dono de uma empresa, para contratá-la, conseguiu trabalho como contadora, trabalhou lá até descobrir que seu amigo aplicava um golpe no imposto de renda e ficava com o dinheiro. Quando descobriu isso, lembrou de seu livro de investigação criminal que tanto amava, ela queria levar seu amigo à justiça, porém não tinha provas. Foi quando começou a investigar melhor e procurar provas, lembrou de tudo que leu em seu livro, como os criminosos trabalhavam e como eram pegos, seguiu dicas, que lera no livro e juntou provas suficientes para levá-lo à justiça.
            Porém, não sabia se tinha coragem de entregar seu amigo, ele tinha ajudado tanto ela, deu até um trabalho, mas o certo ainda era  entregá-lo. Foi quando bateu uma dúvida, fazer o certo e perder um amigou ou não fazer nada?
Resolveu pedir ajuda para uma colega de trabalho, enquanto conversavam, seu amigo  ouviu, e implorou para não entregá-lo, oferecendo-lhe muito dinheiro. Quando percebeu que estava sendo comprada, não teve mais dúvida, foi até uma delegacia e o entregou.
            Os policiais ficaram impressionados com seu trabalho e perguntaram onde ela aprendera a juntar pistar e montar um relatório tão bom. Quando ela disse que foi num livro, eles deram risadas, mas agradeceram. Saindo de lá resolveu que já estava pronta para voltar ao hospital, já tinha esquecido de sua culpa, e voltou a ler seu precioso livro.
Autor: Rafael Vassoler, 921

           Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
-Como se eu não soubesse  - disse ela. – Mas  primeiro , ó  - apontou para já – ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha:   -Mãe, tenho uma novidade.
 –Qual filho?
– Eu perdi mais um dente.
-Sério, filho que legal, guarda  ele, para  a  fada  do dente.
 –Que fada do dente o que, mãe, eu não sou mais criança para  acreditar nessas lendas aí.
No dia seguinte,  Nilo  foi para a escola sem o seu dente e seus  colegas debocharam muito dele, ele se  sentiu muito triste , chegou em casa   e contou  para  sua mãe, que falou para não  dar bola  para isso¸ porque todos os seus colegas iriam perder os dentes como ele perdeu. Ele acabou se sentindo mais feliz, por ter sido o  primeiro a perder os dentes.
Autora: Eduarda Molinetti,  921

O telefonema
        O telefonema pegou-a de surpresa.
        Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguiu parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas.
        O som do telefone era uma intromissão, um estorvo..... Atendeu a contragosto.
        Porém ficou indignada ao não escutar nada, a não ser uma respiração entrecortada. Deduziu ser apenas uma brincadeira de mau gosto, colocou novamente o telefone no seu devido lugar, balbuciando palavras que nem a família de Carly pensaria que ela pronunciasse.
        Ao passar alguns minutos, Carly esqueceu do telefonema “misterioso” e novamente estava focada em seu livro. Seus olhos percorriam a cada palavra com rapidez. De tempos em tempos ela enrugava a testa mostrando surpresa ou indignação em relação a algo lido, quando, de repente, escuta um barulho que a faz ter um sobressalto.
        Ao olhar se depara com uma pessoa encapuzada, um calafrio passou pelo seu corpo. Carly não sabia o que fazer diante daquela figura desconhecida em sua frente, pensou em gritar mas não conseguiu, era como se, de repente, sua voz tivesse abandonado, não conseguia correr, pois o pânico de algo pior acontecer havia tomado conta de seu corpo fazendo com que ficasse estática no seu lugar; a pessoa que Carly não reconheceu, colocou-a dentro de um carro e começou a levá-la a algum lugar.
                Chegando lá, Carly foi vendada e retirada do carro,
a pessoa retirou a venda de seus olhos. Carly olhou ao redor e não via nada, estava tudo escuro quando, de repente, as luzes se acenderam e muitas pessoas apareceram na sua frente parabenizando-a. Demorou alguns minutos até ela perceber o que estava acontecendo, então sua melhor amiga lhe contou que ela havia planejado tudo, pedindo para que todos fingissem que não
se lembravam do seu aniversário. Ela não acreditou no que sua amiga tinha feito, contou para ela o pânico que ela tinha sentido,
quando viu o seu “sequestrador”, que  era na verdade seu irmão mais velho.
Carly desculpou todos, pois percebeu que fizeram com as melhores das intenções,  não achavam que ela iria se assustar tanto, já que ela fez a mesma coisa com sua amiga no aniversário dela só que de forma mais realista. No final de toda essa confusão, ela deixou tudo de lado e se divertiu muito.
No outro dia, quando acordou só conseguia rir de toda aquela situação que havia passado.

Autora: Eduarda Santos Pereira, 921



Melhor aluno
Esse barulho todo é o Nilo chegando, jogou os livro e cadernos  no sofá e gritou para mãe que queria comer .
-Como se eu não soubesse –disse ela -mas primeiro, ó - apontou para os livros no sofá – e depois, ó: lavar as mãos.
-É para já – ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo.  E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para cozinha: -Mão, tenho uma novidade.
- Ganhei um prêmio na escola, ganhei por ser o aluno que mais tirou notas boas, e por fazer o maior texto  sem nenhum erro .
-Meu filho, que ótimo, continue assim que você vai ter um futuro brilhante.
– Pode deixar mãe, não vou te decepcionar.
– Ah, meu filho, vou até comprar um presente para você. Vou agora  comprar e logo eu volto .
Autor: Eduardo Theisen, 921
A história
Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
-Como se eu não soubesse – disse ela. - Mas primeiro, ó – apontou para os livros no sofá – e depois , ó: lavar as mãos.

-É para já- ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha: -Mãe, tenho uma novidade.
Criei uma história para meu livro:
Jooj é um papagaio verde e comum. Vive em sua gaiola e sempre está querendo chamar a atenção! Ainda mais das moças lindas que passam pela frente da casa de seu dono.
Certa vez , Jooj salvou a vida de uma mulher que havia caído no meio da rua enquanto um caminhão descia em alta velocidade, mas mesmo o caminhão descendo não seria mais rápido que os instintos de Jooj. Pois, quando Jooj viu o caminhão , ele rapidamente saiu de sua gaiola  e foi voando para cima do caminhão. De frente, bico e parachoque se chocaram, causando uma grande perda... ao caminhoneiro é claro! Jooj havia desintegrado por inteiro o caminhão!

Depois disso, Jooj foi para perto da mulher que ele havia salvado e lhe deu um beijo igual ao do Titanic.

Bom, no final , Jooj ficou conhecido por ser o papagaio mais mentiroso do bairro e virou político alguns anos depois.

-Gostou da minha história, mamãe ?

-Sim , achei muito criativo, você é um belo escritor.

                                      Autor: Igor Lemes dos Santos, 921

O menino Nilo
Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
- Como se eu não soubesse ­­- disse ela. -Mas primeiro, ó - apontou para os livros no sofá - e depois, ó: lavar as mãos.
- É para já – ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha:
-Mãe, tenho uma novidade.
-O que foi!
-Eu entrei para o time de futebol!
 A mãe, contente, diz:
 - Que bom, meu filho!
 Quando eu estava almoçando, falei para a minha mãe que os meninos do time me chamaram para ir treinar. Quando cheguei no lugar marcado, não havia ninguém, esperei, esperei, esperei com esperança que alguém aparecesse, mas nada.
 Então fui para casa, muito pensativo e triste. No dia seguinte, os meninos do time me chamaram novamente para  treinar com eles e me deram uma desculpa de por que não foram treinar.
-Pensei em não treinar, mas eu decidi em ir.
Quando cheguei lá, novamente não havia ninguém, desanimado olhei para o lado e vi minha mãe vindo do trabalho. Ela me viu e me perguntou:
- Filho, o que está fazendo aí?
 Expliquei o que estava  acontecendo.
Quando cheguei em casa, peguei meu vídeo game, joguei por algumas horas e fui dormir. No dia seguinte, levantei cedo, tomei meu café e fui para a escola.
Quando cheguei na escola, nem quis saber dos meninos do time, pois só me enganaram, como eu estava bravo formei um time novo para treinar.
No final, o meu time jogou com os meninos que me enganaram e acabamos ganhando deles de virada.
Autor: Jair, 921

O Livro
       Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria comer.
 - A comida está aqui, querido. – Antes de tudo vá lavar as mãos.
 - Sim, mamãe.
    Nilo comeu tudo o que sua mãe tinha preparado. Com os olhos arregalados, sua mãe falou:
- Nilo! Acalme-se, vai acabar se engasgando!
O menino saiu correndo da mesa, pegou seu material escolar e jogou em cima de sua cama.
- Mãe, estou indo jogar bola com os meninos!
- Filho! Você se esqueceu de que está de castigo por ter quebrado a janela da vizinha?
- Não, mãe, mas é que eu já pedi desculpas.
- Nilo, vá agora para seu quarto e sem discutir!
    Nilo deita em sua cama e começa a ler um livro que pegou na biblioteca da escola. Ele passa dois dias de castigo, nesse tempo chega em casa e vai direto para se quarto ler o livro. No terceiro dia sua mãe o surpreende dizendo:
- Querido, você não está mais de castigo, pode ir brincar com seus amigos!
- Quero ficar em casa para terminar o meu livro, achei ele ótimo.
- Que bom, meu filho!
Então Nilo passou uma semana em casa, quando terminou o livro, Nilo foi correndo contar a seus amigos o quanto era legal ler.
   Autor:


O sonho
O telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história de romance policial que não consegue parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense em uma noite de ventania.                O sábado já estava quase no fim, e ela ali, presa aquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.
Era uma ligação da delegacia dizendo que seu filho havia sido preso por porte de drogas. Ela jogou o livro no sofá, ligou seu carro e foi o mais rápido possível. Chegando lá, seu filho estava falando com o delegado, e quando ela entrou na sala ouviu uma voz: -  Posso ajudá-la? – era um policial, alto, moreno, olhos verdes. Como o policial que ela havia lido no livro.                                                                                                                                                               - Sim. – diz ela. – É meu filho.                                                     
-  Você terá de esperar. – disse o policial.                                                                         Ela sentou, e esperou, mas de jeito nenhum seu filho saía da sala. Então ela chamou o policial:
          -  Ei, qual seu nome, senhor?                                                                                                        - Steve. – disse ele, com uma voz grave.
          - Irá demorar muito?
          - Sim. 
          Ele segurava um livro em suas mãos, por coincidência, era o mesmo romance policial que ela estava lendo anteriormente em sua casa.
          - Você gosta? – diz ela, apontando para o livro.   
          - Sim, meu preferido.                                                                                                                    - Que ótimo! – diz ela entusiasmada.
- O meu também!     
Eles ficaram o tempo todo conversando sobre o livro, discutindo o que cada personagem deveria fazer, os erros que o autor cometeu, e lógico, os casais preferidos. Então, Steve diz:                                                              - Gostei de você, vamos sair, tomar um café? Talvez fazer um lanche até seu filho ser liberado.
-Tudo bem. – diz ela animada.
Depois de uns quinze minutos de carro, chegaram num café, muito bonito, grande. Mas estava vazio, já era tarde da noite.
Eles conversam por muito tempo, até que ela olha para seu relógio de pulso e se espanta:                         - Meu Deus! Já são onze horas da noite! Precisamos voltar. –  ela diz isso, mas no fundo gostaria de passar a noite inteira com ele.        
- Espera. – diz ele levantando-se de seu lugar.
Ele a pega pelo braço e dá um beijo, como ela havia lido no livro, onde seu personagem favorito havia dado em sua suposta namorada.
Para ela, é o começo do sonho de sua vida, de um dia se tornar personagem de um livro de romance policial.                                                                                                                                       
Autora: Carla R. Prezzi, 921


                                    A Madalena

            O telefonema pegou-a em surpresa. Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.
-Alô?
-Alô.
-Quem fala?
-Madalena Decorações.
-Madalena Decorações da onde?
-Aqui da Avenida, gostaríamos de pedir quando vai concluir o seu pagamento que está atrasado?
-Não vou pagar! (desligou o telefone).
           
No dia seguinte, a Madalena volta a ligar ameaçando a dona que terminava de ler seu livro.

-Alô?
-Alô, quem fala?
-Aqui é a Madalena.
-E o que você quer de novo?
-Não quero nada, só liguei para você para dizer que, se você não pagar, sua família ira morrer.
-HAHAHA
-Não acredita em mim?
-NÃO!
-Então acredite, vá até o porão.
 (Deligou o telefone)

Chegando lá se deparou com a sua irmã enforcada. Na mesma hora ela ligou para Madalena e pagou a dívida de R$4.999,90. E mais nenhuma pessoa da sua família morreu.

Autor: Ruan da Silva, 921



NILO VENCEU O MEDO DE DORMIR.    
Depois de um dia repleto de tema e de um serão animado com os amigos, Nilo sabe que iria chegar a hora de dormir.
Mas ele não gosta nada de dormir sozinho, pois o seu pequeno quarto, à noite, parece-lhe enorme, os seus lençóis sempre frios e sua imaginação mais fértil que nuca.
“Estaria algum bicho escondido debaixo da cama?” -pensa Nilo consigo mesmo.
Até o quarto dos pais ali do lado lhe parece agora um lugar muito distante.
Mas logo chega a mãe, com uma nova história para continuar mais tarde, seu beijo de boa noite dá a Nilo um novo conforto e até alguma segurança. Então repara a luz de presença, que deixa brilhar no teto do seu quarto a lua protegida por um conjunto de pequenas estrelas.
Sabe que o sono está prestes a vencê-lo e que ele irá, certamente, vencer algum dos seus sonhos,  sabe que, se precisar, os pais estão ali ao lado, disponíveis para o acolher.
Amanhã, em seu pensamento, terá lugar o desejo de um novo dia repleto de diversão e novas descobertas para fazer!                          
  Autor:  SAMUEL DE ANDRADE, 921

              O telefonema
O telefonema pegou-a de surpresa, atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler, era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo.  Atendeu a contragosto. Era sua mãe perguntando como ela estava.  
A mãe tinha ido viajar e deixou sua filha em casa. Já era tarde da noite e ligou para saber como estava sua filha. A filha falou que estava bem, que estava lendo um livro muito legal, queria terminar de ler naquela noite, mas a mãe começou a falar como estava a viagem e não parou mais.
Até que, uma hora depois, a mãe decidiu deixar para contar o resto quando voltasse, porque já estava ficando tarde. A filha cansada de mais para continuar lendo seu livro foi dormir.
No outro dia, a mãe já estava voltando de sua viagem e a filha resolveu terminar de ler antes que ela chegasse. Quando a mãe chegou, a filha já tinha acabado de ler e estava pronta para ouvir a história da viagem da sua mãe.
                                                                             Autor:  Tiago, 921


Vivendo na biblioteca
                Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria comer:
                – Como se eu não soubesse – disse ela – Mas primeiro ó – apontou para os livros do sofá – e depois ó: lavar as mãos.
                – É pra já - ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha: - Mãe, tenho uma novidade.
                – O que foi filho? – ela perguntou.
                – Depois de comer eu te falo – respondeu o menino.
                Assim que comeu e se levantou, a mãe perguntou:
                – O que você queria me contar filho?
                – A partir de hoje vou morar na biblioteca – disse ele enquanto pegava sua mochila que já havia preparado.
                – Mas como isso pode ser possível, fi... – foi interrompida pelo barulho da porta fechando.
                Ao chegar na biblioteca, ele deu um jeito de entrar e subiu em uma estante para dormir.
                – Se eu morar aqui poderei ler quantos livros eu quiser – pensou ele enquanto pegava no sono.
                De repente, ele acorda no meio da noite com um barulho de madeira quebrando, e continua a ver as estantes caindo subitamente uma por uma, então ele finalmente se acorda e percebe o que estava acontecendo:
                – É um incêndio, preciso achar uma maneira de sair daqui rápido – pensou ele enquanto observava o mar de chamas ao seu redor.
                Tentou achar uma saída, mas não viu nada que pudesse ser usado pra se salvar:
                – E pensar que meu fim será assim – aceitou o seu destino.
                Logo uma tábua caiu do teto, como reflexo ele olhou para cima:
                – As janelas! Como não pensei nisso antes? – e assim utilizou as estantes que ainda não haviam virado brasas como caminho para sobreviver.
                Voltando para casa fingiu que nada havia acontecido, sua mãe lhe pergunta enquanto ele tenta entrar em sua casa:
                – Ué, você não ia morar na biblioteca?
                Com um irônico sorriso no rosto ele responde:
                – Aqui é mais seguro mãe, vai por mim.
FIM
Autor: Leonardo A.C. Gasperin, 921


 Basquete na Escola
Esse barulho todo é Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
- Como se eu não soubesse – disse ela. – Mas primeiro, ó – apontou para os livros no sofá – e depois, ó: lavar as mãos. – É para já – ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha: - Mãe, tenho uma novidade! Me convidaram para jogar no time da escola.
- Que legal, filho! Quando você vai treinar ? – Nas segundas e nas quartas, mãe!
– Ok venha comer!
No dia seguinte...
- Mãe, me leva para a escola hoje?
 – Levo sim, filho!
Chegando lá, Nilo apresentou o treinador do time.
 – Mãe este é o seu João, treinador do time.
 – Prazer em conhecê-lo, seu João! Eu sou Rebeca, mãe de Nilo.
- Então está bem, filho, nos vemos em casa – disse a mãe.
- Tchau, mãe – disse Nilo.
Estava um dia de aula tranquilo, normal como os outros dias, quando, de repente, o treinador manda chamar todos os jogadores...
  Chegando na quadra de esportes, o treinador diz que os meninos iam ter um jogo contra o melhor time da cidade. Os jogadores queriam desistir, mas Nilo falou:
 - Nós somos capazes de ganhar! E vamos conseguir!
Então os jogadores começam a treinar incessantemente até que então chega o dia do jogo.
Todos estavam preparados e começa o jogo...
Os adversários estavam ganhando, quando nos últimos 2 minutos finais de jogo Nilo faz 2 pontos.
Os adversários estavam ganhando por 1 ponto de diferença.
Havia 10 segundos de jogo, quando num lance inesperado, Nilo arremessa a bola de trás da quadra acertando a bola na cesta. Ela fica rodeando o arco, todos estavam nervosos, mas a bola entra e eles vencem.
 Nilo conseguiu o respeito e admiração de todos e todo mundo ficou feliz, exceto o time adversário que perdeu nos últimos 10 segundos de jogo.

Autor: Geser Jesse de Oliveira Costa, 921

O telefonema
O telefonema pegou-a de surpresa, atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense em uma noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estouro. Atendeu a contragosto.
-Alô, Marina?
-Sim. Quem está falando?
- É o Caio!
-Olá, Caio, o que você quer?
-Eu gostaria de saber se você quer jantar comigo hoje às 21h?
Marina não queria sair com Caio, ler seu livro com certeza era muito mais interessante e além do mais estava chovendo.
-Ai, Caio, hoje não! Fica para a próxima.
-Ah, Marina, por favor, está fazendo algo mais importante? Ou está cansada de mim?
-Não é isso… só não estou muito no clima…
-Estou passando aí às 21h e não aceito “NÃO” como resposta.
Ele desligou o telefone. Ela sabia que Caio não iria desistir, o único jeito era ir jantar com ele e terminar de ler mais tarde.
Marina foi ao jantar com Caio, ele não era um cara chato, até bem divertido, mas é muito insistente e dramático. Marina estava tão interessada em como terminaria seu livro que nem prestou muita atenção nos assuntos de Caio.
Após o jantar, Marina voltou para casa, tomou um banho, vestiu seu pijama e deitou-se em sua cama, dessa vez lembrando-se de desligar o celular e finalmente conseguiu terminar de ler o livro, ela adormeceu feliz escutando o barulho da chuva.
                   Autora: Júlia Silva da Roza,921.

O longo dia de Nilo
Esse barulho todo era Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
—Come se eu não soubesse—disse ela. —Mas primeiro ó,  lavar as mãos.
—É para já— ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha: —Mãe, tenho uma novidade.
—Entrei para o time de futebol.
—Que legal, parabéns! — disse ela.
Após isso, Nilo vai para seu quarto. Quando estava quase dormindo recebe um telefonema.
— Nilo, venha já para o campo você tem um jogo daqui alguns minutos.
Nilo sai rápido da cama e vai se arrumar para jogar. Saindo de fininho para não acordar sua mãe, ele vai para o tal jogo. Quando chega lá o campo está vazio, então quando chega em casa descobre que foi só um trote. Nilo vai entrar em seu quarto  a surpresa, sua mãe  sentada em sua cama com uma sinta na mão.
—Então além de Nilo não fazer sua estreia no time ainda acabou apanhando de sua mãe.
                                                               Autor:


Menino Fujão
  Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria comer.
       -Como se eu não soubesse-disse ela. –Mas primeiro, ó –apontou para os livros no sofá –e depois, ó: lavar as mãos.
       -É para já –ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para cozinha: -Mãe tenho uma novidade.
         - Vou sair com um amigo.
         Mas Nilo iria sair com os amigos. A irmã dele desconfiou e foi atrás para ver o que ele iria fazer, pois tinha inventado uma mentira.
         Ele foi encontrar os amigos deles assim entrando em um carro para dar umas voltas com “os parsas”.
         A irmã esperta pegou um táxi e segui-os.
        Viu eles parados em um mercado comprando umas cervejas.
         Eles continuaram a andar até chegar em uma mega festa, e então a irmã descobriu que iriam em uma festa, assim ficou aliviada  e voltou para casa.
         Seu irmão chega em casa de madrugada.
         No dia seguinte, a irmã dele foi conversa com ele pedindo onde ele tinha ido na verdade. Ele respondeu que foi em uma festa.
         A irmã dele disse que não contaria nada para a sua mãe se ele não mentisse mais. E acabou tudo certo entre eles.
                                    Autor: Lucas, 921



       Volta às aulas
Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para mãe que queria comer.
      ­­­-Como se eu não soubesse-disse ela. –Mas primeiro, ó –apontou para os livros no sofá –e depois, ó: lavar as mãos.
       -É para já –ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E enquanto enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para cozinha: -Mãe tenho uma novidade.
        -Fala filho -disse a mãe.
        -Conheci muitas pessoas hoje lá no colégio.
        -Ótimo, mas e como são essas pessoas?
        -São legais e inteligentes
        -Mas alguém em especial? –disse a mãe curiosa.
        -É, digamos que sim –diz o menino alegre.
        -Uma garota nova então?
        -Sim até emprestei o meu caderno para ela.
        -Está bem, meu filho, mas não faça nada de errado a ninguém viu.
        -Está bem mãe, já entendi o recado.
        -Vamos comer agora! 
        -Está bem – disse o menino pensativo.
                                               Autor: Wesley, 921

Os livros.
        Esse barulho todo é o Nilo chegando. Jogou os livros e cadernos no sofá e gritou para a mãe que queria comer.
       - Como se eu não soubesse – disse ela. – Mas primeiro, ó – apontou para os livros no sofá – e depois, ó: lavar as mãos.
        - É para já – ele disse. Pegou os livros, levou-os para o quarto e voltou correndo. E quando enxugava as mãos se olhando no espelho da pia, gritou para a cozinha: - Mãe tem uma novidade.
        - O que foi, meu filho?!? – pediu ela assustada.
        - Não acredito que,... finalmente repetiu Nilo sem poder se conter.
           O garoto saiu correndo em direção à cozinha, tropeçou na ponta do tapete e escorregou pelo piso da cozinha.
           Deitado, esparramado no chão, ele apontou para a própria cara:
         - Vê, mãe? Vê?
         - A mãe se abaixou e olhou atentamente para o rosto do  filho.
         - Não vejo nada, querido! – disse levantando e terminando de pôr a mesa.
          - Como não, mamãe? – Nilo levantou e rodeou a mãe – Olha melhor, aqui ó?
             Narcisa largou os talheres e viu.
             Um pequeno e fino pelo no queixo do garoto.
 – Parabéns querido, você está com  barba, agora é um homem crescido! – disse e beijou a bochecha do seu homenzinho.
                                                           Autor:  Nathan Griffante, 921.

O Reencontro
  O telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha em suas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava no fim e ela ali, presa aquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.
- Alô, quem está falando? - perguntou ela impaciente.
- Você se chama Camila? - pergunto o rapaz.
- Sim, qual é seu interesse? - perguntou ela desconfiada.
- Aqui é o Fernando, um amigo antigo que estudou contigo na faculdade, estava a sua procura.
- Não me lembro de nem um Fernando!
- Mais sim, me lembro muito bem de você, me impressiona muito não se lembrar de mim! Pois tivemos um romance no passado, quando estudamos junto, foi um pequeno romance sim, mais me marcou muito!
- Me desculpa, mais ainda não estou lembrando-se de você rapaz deve ter sido muito tempo atrás pra mim não se lembrar de você.
- Mais em fim, liguei para você, pois quero convidar-lhe pra sair relembrar aos velhos tempos na faculdade, mesmo você não se lembrando de mim quero só uma chance pra poder fazer-lhe lembrar de mim. Aceita sair comigo? - pergunto ele ansioso.
- Depende quando! Mais sim podemos sair algum dia. Pode parecer estranho eu aceitar, seu convite sem ao menos se lembrar de você, mais me deu uma impressão de você ser um cara muito show e que vou gostar. - falou ela empolgada.
- Beleza, está marcado. Pode ser amanhã?
- Pode sim, só não pode ser hoje porque estou vidrada em um livro cada dia que leio estou mais apaixonada ainda por ele, nunca conseguir achar um livro que me chamou tanta atenção assim.
- Nossa então dever ser muito bom mesmo, que livro és esse?
- É uma história policial, como deu para ver sou apaixonada por livro assim.
 - Olha que show, quando acabar de ler me empresta? Também quero ver se é tudo isso que você está falando.
- Claro que empresto, com todo o prazer.
- Ok! Vou indo nessa até amanhã, no nosso encontro. Boa noite dorme bem fica com deus querida. - Falou ele com a voz cansada.
-Está bem! Boa noite querido dorme bem e tudo mais até amanhã em nosso encontro.
  Chegou o dia do encontro, Camila acorda às 09h30min da manhã de tão ansiosa que estava ao saber que ia se encontrar com um rapaz que – lhe fez tão bem. Ela contava os minutos para chegar as 20h00min. Camila foi ao salão de beleza se arrumou e ficou esperando ele chegar, já era 19:30, já estava preocupada se ele ia ir busca – lá ou ia dar um bolo nela. O telefone toca! Era ele!
- Oi, Camila estou aqui na frente!
- Oi, já estou indo ai e já vamos. - Falou ela toda nervosa.
  Então chegaram ao restaurante que Fernando tinha reservado para o encontro, Camila toda nervosa não falava nada, Fernando percebeu que ela estava nervosa e que ela é tímida, então ele resolveu puxar assunto.
  - Camila! Por favor, não fica com vergonha! - disse ele calmo.
  - Mas Fernando não estou nervosa por te encontrar, mas sim por ver seu rosto e relembrar de tudo que passamos. - disse ela apaixonada.
   - Meu Deus, Camila fique sem palavras!
  Eles jantaram, depois ficaram relembrando do relacionamento que tiveram há tempos, deram risadas, se  beijara .  Enfim pediram a conta e foram embora. Fernando levou-a para casa. Camila chegou em casa e percebeu que o romance que estava lendo não precisava ser só em livros mais também em vida real e que pode ser muito mais mágico como estava sendo com o Fernando.
   Passou um 1 mês os dois continuaram se vendo e acabaram se apaixonando um pelo outro, e Fernando pediu para ela namorar com ele, porque ele estava loucamente apaixonado por ela e então os dois começaram a namorar, estão morando e juntos e felizes.
    E agora Camila sabe que aquele telefonema no início da história, não foi por um motivo bobo mais sim para mostrar-lhe o amor verdadeiro que estava sentido.
                                                                             

                                                                                                Autora: Yaritsa Miorando de Andrade, 921